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  • Jun

    01

    2011
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Presidente da Facesp orienta comerciantes sobre caixas eletrônicos

O presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, orienta os comerciantes que se sentirem ameaçados por roubos e assaltos que negociem a retirada dos caixas eletrônicos de seus estabelecimentos. Para Amato, se esse tipo de roubo continuar, a tendência é que os donos dos negócios, especialmente os pequenos, acabem renegociando com os bancos para retirar os caixas do local. “Muitos comerciantes já estão até cobrindo as máquinas com lonas pretas para não chamarem tanto a atenção”, afirma. Segundo o presidente, no caso dos shoppings e supermercados, a situação é diferente, uma vez que os assaltantes procuram facilidade na hora do roubo. “Se o caixa estiver em um lugar de difícil acesso ou com muito movimento, os ladrões desistem com mais facilidade”. Amato recorda que no passado as empresas, inclusive muitas indústrias, tinham postos de atendimento bancário dentro das suas unidades, mas como eram muito roubados, resolveram acabar com o serviço interno. “O caixa eletrônico dentro do estabelecimento pode ser um atrativo para o consumidor, mas, com esses roubos recorrentes, tem se tornado frustrante manter um equipamento dentro do pequeno comércio. É preciso avaliar cada caso e preservar, sempre, a segurança do consumidor”, destaca. Banco Central Em resposta às dúvidas sobre o destino das cédulas de Real manchadas com tinta vermelha, visando combater furtos a caixas eletrônicos, o Banco Central (BC) orienta que a população e o comércio devem recusar o recebimento dessas notas marcadas, sejam por manchas, rabiscos, símbolos ou desenhos. O BC informa ainda que, caso alguma cédula seja recebida inadvertidamente, ela deve ser encaminhada a uma agência bancária, que entregará um recibo a quem a apresentou. A nota será então enviada ao BC para exame e destruição. Caso seja legítima, a pessoa será ressarcida.